Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente

Presidente:                 
Dr. Vicente Caropreso

Vice-Presidente:        
Ricardo Guidi

Membros:                   
Cesar Valduga
Ismael dos Santos
Mauro de Nadal
Neodi Saretta
Romildo Titon

São os seguintes os campos temáticos ou áreas de atividade da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, cabendo-lhe sobre eles exercer sua função legislativa e fiscalizadora.

I-Programas de assistência à criança e ao adolescente com o objetivo de assegurar, nos termos da lei:

a) respeito aos direitos humanos;
b) preservação da vida privada na família, no domicílio e na ocorrência de intromissões arbitrárias e ilegais;
c) livre expressão de opinião;
d) atendimento médico e psicológico imediato em caso de exploração sexual, tortura, pressão psicológica o intoxicação por efeito de entorpecentes e drogas;
e) acesso do menor trabalhador a escola em turno compatível com seu interesse, atendidas às peculiaridades locais;
f) juizado com especialização e competência exclusiva nas comarcas de mais de cem mil habitantes, com plantões permanentes, inclusive de juiz, promotor e advogado;
g) processo administrativo ou judicial sigiloso para proteção da intimidade;
h) assistência jurídica gratuita, incentivos fiscais e subsídios a quem acolher, sob sua guarda, órfão ou abandonado;
i) alternativas educacionais para crianças e adolescentes carentes; e
j) programas de prevenção e atendimento especializado ao adolescente dependente de entorpecentes e drogas;

II- Criação e manutenção pelo Estado de organismos estruturados para dar cumprimento às ações de atendimento à criança e ao adolescente, garantindo proteção, cuidados e assistência social, educacional, profissional, psicológica, médica e jurídica;

III- Fundo para Infância e Adolescência – Fia – e Conselho Estadual da Criança e do Adolescente – Cedca;

IV- Permanência da criança ou do adolescente, em toda e qualquer situação infracional ou de desvio de conduta, se necessário, em centros exclusivos de recolhimento provisório e, excepcionalmente, em dependências de delegacias ou cadeias públicas, obrigatoriamente separados dos adultos infratores;

V- Escolarização e profissionalização de crianças ou adolescentes, inclusive em instituições fechadas, sempre que não for possível a frequência às escolas da comunidade;

VI- Garantia, ao aprendiz portador de deficiência, dos direitos previdenciários e trabalhistas durante o período de treinamento.